Amigos das Palavras

Por decisão do autor deste blogue os textos do próprio não seguem o acordo ortográfico de 1990.



quarta-feira, 17 de novembro de 2010

36ª Meia-Maratona da Nazaré.

No passado domingo realizou-se a 36.ª Meia-Maratona Internacional da Nazaré, a chamada "Mãe" das meias-maratonas disputadas em Portugal, prova que esteve na génese da corrida para todos, prova tradicionalmente realizada no segundo domingo do mês de Novembro, sendo que durante muitos anos poucas eram as organizações que se aventuravam a realizar as suas provas nesse domingo que era consagrado à "mãe".
Hoje é sabido que os tempos são outros, ainda assim "Mãe" é "Mãe" e dela já quase tudo foi dito, serão também poucos os que tendo a corrida como paixão não palmilharam pelo menos uma vez os quilómetros da "Mãe", a partida na marginal da Nazaré, a voltinha inicial à vila, a passagem na zona de partida, a ida até Famalicão, o ser-se recebido em festa, o retorno à Nazaré, a longa marginal até mais uma meta cortada…
Serão também muitos os que ano após ano voltam, também eu voltei pelo 4º ano consecutivo e mais uma vez foi muito bom correr a "Mãe", acima de tudo por ter cortado mais uma vez a meta de mão dada com a minha "menina de ouro".
Foi pois mais um dia muito feliz o do passado domingo como muito felizes têm sido muitos dos meus dias passados na Nazaré.

São de há mais de 40 anos as minhas primeiras lembranças da Nazaré, da praia, da minha família (os meus pais, a minha irmã), de dias felizes…
Corria o ano de 2006 quando volto a ter recordações muito boas da Nazaré, da Vitória pequenina, da mulher que eu amo, de novo de dias felizes, muito felizes…

A partir de 2007 tem-se sucedido as visitas à Nazaré, para correr a "Mãe", para com tempo reencontrar lugares
Desde então, a partir de 2006, fui construindo um arquivo de memórias das minhas recentes visitas à Nazaré, 40 anos depois vão direitinhas para bem juntinho das outras, das de há 40 anos, as dos dias felizes...

Nazaré, 14 de Novembro de 2010.

2 comentários:

Carlos Castro disse...

Costumo dizer que não há felicidade absoluta. As pessoas são mais ou menos felizes consoante o número de momentos felizes que têm ao longo da vida.
Nisto vê-se que o amigo António sabe ser feliz, ao dar importância ao que realmente vale a pena: à pequenita Vitória, à mulher que ama, aos locais felizes...
Chamo a isto cultivar a felicidade!
Um forte abraço!

luis mota disse...

Olá António!
Momentos passados na Nazaré carregados de felicidade.
Continuação de muitos momentos felizes é o que vos desejamos.
Cumprimentos da família Mota