quinta-feira, 30 de julho de 2009
Ultra Maratona Atlântica Melides - Tróia (III - Números).
Prova: 5ª Ultra Maratona Atlântica (Raid Melides – Tróia).
Data: 26 de Julho de 2009.
Distância: 43 km.
Inscritos: 147.
Partiram de Melides: 141.
Chegaram a Tróia: 138.
Dos 138 que concluíram 126 eram homens (91,3 %) e 12 senhoras (8,7 %).


Fonte: Classificações da prova.
Data: 26 de Julho de 2009.
Distância: 43 km.
Inscritos: 147.
Partiram de Melides: 141.
Chegaram a Tróia: 138.
Dos 138 que concluíram 126 eram homens (91,3 %) e 12 senhoras (8,7 %).


Fonte: Classificações da prova.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Ultra Maratona Atlântica (II - Palavras "continuação")
Os primeiros quilómetros não foram nada fáceis mas já contava com isso, à passagem ao km 5,5 (Praia da Aberta Nova) o apoio familiar e amigo sobre a forma de fortes incentivos (o único permitido já que o "raid" é uma prova em auto-suficiência) da Vitória, da Isabel, da Susana e do Daniel, também as primeiras notícias do Adelino, que já por ali tinha passado fazia algum tempo.
Nos quilómetros seguintes foram melhorando e muito as condições para correr, eu como aconteceria durante toda a prova continuava a correr "isolado", foram quilómetros fáceis os que me levaram a passar pelas Praias da Galé (8,5 km), Pinheiro da Cruz (14,5 km) e Pego (18,5 km), quilómetros durante os quais desfrutei em pleno da beleza quase paradisíaca do percurso, o sol ia-se juntando cada vez mais fortemente à festa e a certa altura pensei que o mesmo já estava-me a causar algum efeito nefasto (apesar do chapéu na cabeça) quando ao longe me pareceu estar a ver uma pessoa como Deus a trouxe ao mundo (como se costuma dizer), mas afinal estava tudo bem comigo…
À medida que os quilómetros se sucediam ia aumentado o número de pessoas no areal, algumas iam incentivado, quando já começava a estranhar a "ausência" do apoio familiar e amigo eis que este marcou presença à passagem pela Praia do Carvalhal (20 km), a Vitória durante alguns metros correu ao meu lado, tempo também para saber mais algumas notícias do Adelino, segundo o Daniel ia muito bem.
Nessa fase da corrida sentia-me também eu muito bem mas resolvi continuar num ritmo confortável e que me permitisse não parar de correr lá mais para diante (receava que tal viesse a acontecer consciente que estava da minha insuficiente preparação para a prova e da dureza dos primeiros quilómetros corridos).
Até à Praia da Comporta (28,5 km), local do único abastecimento durante a prova (1 litro de água), continuei ainda a correr sem qualquer dificuldade, dei-me até ao "disparate" de à medida que continuava a correr devolver algumas das bolas "perdidas" de alguns dos habituais jogos de futebol no areal.
Apesar de continuar com um ritmo bastante baixo ainda ia dando para ultrapassar alguns dos "raiders" que já iam acusando algumas dificuldades, continuavam os incentivos vindos das pessoas que estavam nas praias, a dada altura ouço mesmo alguém dizer "força Almeida", ainda pensei que era alguém conhecido tendo-me virado para ver quem era mas não reconheci a pessoa, então é que me lembrei que tínhamos o nome no dorsal.
Passei ainda na "maior" pela bandeira com a indicação do "km 30", nessa altura acreditava que manteria até final o meu passo de corrida, suficiente ainda para continuar a passar mais alguns "raiders", muitos dos quais já só a caminharem, contudo à medida que os quilómetros foram avançando comecei também eu a sentir algumas dificuldades, o que me levou então a traçar como próximo objectivo manter pelo menos o passo de corrida até à praia de Soltróia (km 37,5), o que efectivamente consegui e onde cheguei com 4h38' de tempo de corrida, logo depois parei de correr e passei a caminhar, o que fiz durante alguns minutos, após o que retomei a corrida e assim sucessivamente…
Por essa altura já a Isabel desesperava por não me ver chegar e ligou-me para o telemóvel, disse-lhe na altura que devia estar perto do 40º km, e de facto estava já que quase de imediato vislumbrei a bandeira que assinalava essa distância.
Eu continuava a tentar alternar minutos de corrida com minutos de marcha e se inicialmente os de corrida era largamente superiores aos de marcha, nos últimos 3 quilómetros da prova acho que andei muito mais do que aquilo que corri.
Nesses últimos quilómetros e numa das vezes em que os minutos eram de corrida alcancei o Andrade que seguia a passo e ia olhando o mar, troquei algumas palavras com ele tendo-me ele dito para seguir o que eu fiz mas pouco depois era a minha vez de caminhar e foi então a altura de se inverterem as posições, o Andrade passou por mim a correr e disse-me para seguirmos, eu ainda ensaiei um ritmo de corrida mas parei quase de seguida e segui a passo, nem mesmo a visão paradisíaca do pórtico de chegada me fez ganhar forças e continuei a passo.
Por essa altura já a Isabel me tinha ligado de novo para o telemóvel, eu só lhe dizia que estava quase, que até já via e bem perto a linha de chegada, tendo desligado de seguida e retomado por fim o passo de corrida, em pouco tempo avistei a Isabel e a Vitória e logo depois era autenticamente "rebocado" pela Vitória até à desejada linha de chegada.
Terminei com 5h28'19'', tendo-me classificado no lugar 102 da geral e em 16º e último do meu escalão (Veterano III).
Logo depois na zona de recuperação e de acolhimento dos atletas que iam chegando o reencontro com os companheiros de aventura e do dia de domingo, o Adelino estava com algumas câmbrias mas nada que um "duro" como ele não suportasse, a Susana é que se mostrava bastante preocupada…
Tempo de descansar, de saborear a fruta posta à disposição dos atletas, a melancia estava deliciosa, devorei uns quantos bocados.
Passado algum tempo em que recuperámos do esforço abandonámos o areal e pouco depois ainda em Tróia foi tempo de recuperar as calorias perdidas e de cantar os parabéns ao Daniel que fazia anos.
Ao final da tarde iniciámos a viagem de regresso a casa, parámos na estação de serviço de Alcácer do Sal para um cafézinho e para nos despedirmos dos nossos companheiros (Joaquim, Susana e Daniel) de um domingo que no arquivo de memórias do corredor vai direitinho para "dias muito felizes", decerto que outros virão...
Voltarei um dia a partir de Melides com destino a Tróia.
Uma palavra final de parabéns para a Câmara Municipal de Grândola e respectiva Divisão de Desporto pela excelente organização.
Nos quilómetros seguintes foram melhorando e muito as condições para correr, eu como aconteceria durante toda a prova continuava a correr "isolado", foram quilómetros fáceis os que me levaram a passar pelas Praias da Galé (8,5 km), Pinheiro da Cruz (14,5 km) e Pego (18,5 km), quilómetros durante os quais desfrutei em pleno da beleza quase paradisíaca do percurso, o sol ia-se juntando cada vez mais fortemente à festa e a certa altura pensei que o mesmo já estava-me a causar algum efeito nefasto (apesar do chapéu na cabeça) quando ao longe me pareceu estar a ver uma pessoa como Deus a trouxe ao mundo (como se costuma dizer), mas afinal estava tudo bem comigo…
À medida que os quilómetros se sucediam ia aumentado o número de pessoas no areal, algumas iam incentivado, quando já começava a estranhar a "ausência" do apoio familiar e amigo eis que este marcou presença à passagem pela Praia do Carvalhal (20 km), a Vitória durante alguns metros correu ao meu lado, tempo também para saber mais algumas notícias do Adelino, segundo o Daniel ia muito bem.
Nessa fase da corrida sentia-me também eu muito bem mas resolvi continuar num ritmo confortável e que me permitisse não parar de correr lá mais para diante (receava que tal viesse a acontecer consciente que estava da minha insuficiente preparação para a prova e da dureza dos primeiros quilómetros corridos).
Até à Praia da Comporta (28,5 km), local do único abastecimento durante a prova (1 litro de água), continuei ainda a correr sem qualquer dificuldade, dei-me até ao "disparate" de à medida que continuava a correr devolver algumas das bolas "perdidas" de alguns dos habituais jogos de futebol no areal.
Apesar de continuar com um ritmo bastante baixo ainda ia dando para ultrapassar alguns dos "raiders" que já iam acusando algumas dificuldades, continuavam os incentivos vindos das pessoas que estavam nas praias, a dada altura ouço mesmo alguém dizer "força Almeida", ainda pensei que era alguém conhecido tendo-me virado para ver quem era mas não reconheci a pessoa, então é que me lembrei que tínhamos o nome no dorsal.
Passei ainda na "maior" pela bandeira com a indicação do "km 30", nessa altura acreditava que manteria até final o meu passo de corrida, suficiente ainda para continuar a passar mais alguns "raiders", muitos dos quais já só a caminharem, contudo à medida que os quilómetros foram avançando comecei também eu a sentir algumas dificuldades, o que me levou então a traçar como próximo objectivo manter pelo menos o passo de corrida até à praia de Soltróia (km 37,5), o que efectivamente consegui e onde cheguei com 4h38' de tempo de corrida, logo depois parei de correr e passei a caminhar, o que fiz durante alguns minutos, após o que retomei a corrida e assim sucessivamente…
Por essa altura já a Isabel desesperava por não me ver chegar e ligou-me para o telemóvel, disse-lhe na altura que devia estar perto do 40º km, e de facto estava já que quase de imediato vislumbrei a bandeira que assinalava essa distância.
Eu continuava a tentar alternar minutos de corrida com minutos de marcha e se inicialmente os de corrida era largamente superiores aos de marcha, nos últimos 3 quilómetros da prova acho que andei muito mais do que aquilo que corri.
Nesses últimos quilómetros e numa das vezes em que os minutos eram de corrida alcancei o Andrade que seguia a passo e ia olhando o mar, troquei algumas palavras com ele tendo-me ele dito para seguir o que eu fiz mas pouco depois era a minha vez de caminhar e foi então a altura de se inverterem as posições, o Andrade passou por mim a correr e disse-me para seguirmos, eu ainda ensaiei um ritmo de corrida mas parei quase de seguida e segui a passo, nem mesmo a visão paradisíaca do pórtico de chegada me fez ganhar forças e continuei a passo.
Por essa altura já a Isabel me tinha ligado de novo para o telemóvel, eu só lhe dizia que estava quase, que até já via e bem perto a linha de chegada, tendo desligado de seguida e retomado por fim o passo de corrida, em pouco tempo avistei a Isabel e a Vitória e logo depois era autenticamente "rebocado" pela Vitória até à desejada linha de chegada.
Terminei com 5h28'19'', tendo-me classificado no lugar 102 da geral e em 16º e último do meu escalão (Veterano III).
Logo depois na zona de recuperação e de acolhimento dos atletas que iam chegando o reencontro com os companheiros de aventura e do dia de domingo, o Adelino estava com algumas câmbrias mas nada que um "duro" como ele não suportasse, a Susana é que se mostrava bastante preocupada…
Tempo de descansar, de saborear a fruta posta à disposição dos atletas, a melancia estava deliciosa, devorei uns quantos bocados.
Passado algum tempo em que recuperámos do esforço abandonámos o areal e pouco depois ainda em Tróia foi tempo de recuperar as calorias perdidas e de cantar os parabéns ao Daniel que fazia anos.
Ao final da tarde iniciámos a viagem de regresso a casa, parámos na estação de serviço de Alcácer do Sal para um cafézinho e para nos despedirmos dos nossos companheiros (Joaquim, Susana e Daniel) de um domingo que no arquivo de memórias do corredor vai direitinho para "dias muito felizes", decerto que outros virão...
Voltarei um dia a partir de Melides com destino a Tróia.
Uma palavra final de parabéns para a Câmara Municipal de Grândola e respectiva Divisão de Desporto pela excelente organização.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Ultra Maratona Atlântica Melides- Tróia (II - Palavras).
Na manhã do passado domingo participei na Ultra Maratona Atlântica (Raid Melides - Tróia), prova de 43 km disputada na areia da praia, ao longo do Oceano Atlântico, entre a praia de Melides e a Península de Tróia.
Demorei 5h28'19'' a chegar a Tróia, sendo que cortei a linha de chegada de mão dada com a Vitória e sendo por ela autênticamente "rebocado" naqueles últimos metros.
Para mim foi também uma maneira de comemorar o 5º aniversário da Vitória, já que a minha "menina de ouro" tinha feito anos no dia anterior, dia 25 de Julho.
A minha 1ª vez de Melides a Tróia.
O despertador tocou eram 5 horas da manhã, de imediato dei um pulo da cama e pensei no dia que se seguiria…
Saímos de casa já com um pequeno atraso em relação à hora prevista, a Vitória que vinha ao colo da mãe ao abrir os olhos admirou-se ao ver que ainda era noite e quase de imediato os fechou e achou que o melhor mesmo era continuar a dormir.
Com dois enganos pelo caminho (não é só o Adelino) acabámos por não conseguir estar como previsto às 6h15 em Setúbal para apanhar o ferry-boat e resolvemos seguir para Melides, como há males que vêm por bem, tal facto permitiu-nos fazer uma viagem tranquila e desfrutar da serenidade do nascer do dia, no banco de trás do carro a Vitória continuava a dormir.
Chegámos a Melides por volta das 7h15, por lá já estava o Joaquim Adelino e o seu apoio familiar (a Susana e o Daniel).
Até à hora da partida da prova tivemos tempo mais que suficiente para todos os preparativos habituais, hora de partida que acabaria por ser adiada por 15 minutos.
O Joaquim nessa fase demonstrava estar bastante ansioso, natural de quem se tinha preparado e muito bem e por isso mesmo com naturais espectativas de realizar uma boa prova, o que realmente se confirmou uma vez que o seu desempenho foi notável, um 10º lugar no seu escalão e o 2ª atleta menos jovem desses primeiros dez, excelente mesmo.
Após um breve "brieffing" por parte da organização fomos então convidados a nos dirigirmos para areia da praia para ser dada a partida da prova, a qual este ano mereceu alguma atenção da parte da comunicação social a qual a vinha apelidado nos últimos dias de "Maratona dos duros" .
Já na areia avistámos por fim o Fernando Andrade, totalista nesta 2ª fase do chamado Raid pedestre Melides-Tróia, as fotos da "praxe" para assinalar o momento e quase de imediato foi dada a partida da prova.
Também quase de imediato tanto o Andrade como o Adelino se começaram a distanciar de mim.
Eu parti bastante lento, a estratégia a seguir durante a travessia na areia era para cumprir à risca, "a coisa era simples, só havia um caminho, o de ida … depressa ou devagar lá chegaria …tartarugando ia conseguir apreciar mais coisas" (ver nota).
nota) No original "a coisa é simples…só há um caminho, o de ida…depressa ou devagar lá chegaremos…tartarugando conseguimos apreciar mais coisas", palavras de António Bento no seu blog "A Febre do Tartaruga".
(Continua)
Demorei 5h28'19'' a chegar a Tróia, sendo que cortei a linha de chegada de mão dada com a Vitória e sendo por ela autênticamente "rebocado" naqueles últimos metros.
Para mim foi também uma maneira de comemorar o 5º aniversário da Vitória, já que a minha "menina de ouro" tinha feito anos no dia anterior, dia 25 de Julho.
A minha 1ª vez de Melides a Tróia.
O despertador tocou eram 5 horas da manhã, de imediato dei um pulo da cama e pensei no dia que se seguiria…
Saímos de casa já com um pequeno atraso em relação à hora prevista, a Vitória que vinha ao colo da mãe ao abrir os olhos admirou-se ao ver que ainda era noite e quase de imediato os fechou e achou que o melhor mesmo era continuar a dormir.
Com dois enganos pelo caminho (não é só o Adelino) acabámos por não conseguir estar como previsto às 6h15 em Setúbal para apanhar o ferry-boat e resolvemos seguir para Melides, como há males que vêm por bem, tal facto permitiu-nos fazer uma viagem tranquila e desfrutar da serenidade do nascer do dia, no banco de trás do carro a Vitória continuava a dormir.
Chegámos a Melides por volta das 7h15, por lá já estava o Joaquim Adelino e o seu apoio familiar (a Susana e o Daniel).
Até à hora da partida da prova tivemos tempo mais que suficiente para todos os preparativos habituais, hora de partida que acabaria por ser adiada por 15 minutos.
O Joaquim nessa fase demonstrava estar bastante ansioso, natural de quem se tinha preparado e muito bem e por isso mesmo com naturais espectativas de realizar uma boa prova, o que realmente se confirmou uma vez que o seu desempenho foi notável, um 10º lugar no seu escalão e o 2ª atleta menos jovem desses primeiros dez, excelente mesmo.
Após um breve "brieffing" por parte da organização fomos então convidados a nos dirigirmos para areia da praia para ser dada a partida da prova, a qual este ano mereceu alguma atenção da parte da comunicação social a qual a vinha apelidado nos últimos dias de "Maratona dos duros" .
Já na areia avistámos por fim o Fernando Andrade, totalista nesta 2ª fase do chamado Raid pedestre Melides-Tróia, as fotos da "praxe" para assinalar o momento e quase de imediato foi dada a partida da prova.
Também quase de imediato tanto o Andrade como o Adelino se começaram a distanciar de mim.
Eu parti bastante lento, a estratégia a seguir durante a travessia na areia era para cumprir à risca, "a coisa era simples, só havia um caminho, o de ida … depressa ou devagar lá chegaria …tartarugando ia conseguir apreciar mais coisas" (ver nota).
nota) No original "a coisa é simples…só há um caminho, o de ida…depressa ou devagar lá chegaremos…tartarugando conseguimos apreciar mais coisas", palavras de António Bento no seu blog "A Febre do Tartaruga".
(Continua)
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Ultra Maratona Atlântica Melides - Tróia (I - Fotos).
terça-feira, 21 de julho de 2009
Raid Melides - Tróia.
Na manhã do próximo domingo, dia 26 de Julho, estarei na linha de partida da Ultra Maratona Atlântica Melides – Tróia, prova disputada na areia na praia, ao longo do Oceano Atlântico, ligando nos seus 43 km, a praia de Melides e a Península de Tróia.
Participarei consciente da dureza da prova e de que parto para a mesma com as limitações resultantes da minha preparação para a mesma, preparação que foi a possível e não a desejada.
De facto realizei um reduzido número de treinos superiores a 2 horas (1 de 3h15, 1 de 2h40, 2 de 2h15), mais uns quantos entre a 1h40 e as 2 horas.
Os treinos na areia também não primaram nem pela quantidade (apenas 4) nem pela qualidade, entendendo-se como tal treinos na areia em condições parecidas com as do raid, já que os meus treinos na areia foram na Praia da Consolação (Peniche) e Costa da Caparica, praias onde as dificuldades de correr na areia são bem mais suaves do que as que teremos no raid.
Mas como disse domingo lá estarei na linha de partida em Melides e estou convencido que na linha de chegada em Tróia.
Estão inscritos 147 atletas, dos quais 13 são senhoras.
Daqui da blogosfera teremos o cidadão e o pára.
A todos desejo uma bela manhã de domingo.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
O sorriso.
Creio que foi o sorriso,
sorriso foi quem abriu a porta.
Era um sorriso com muita luz
lá dentro, apetecia
entrar nele, tirar a roupa, ficar
nu dentro daquele sorriso.
Correr, navegar, morrer naquele sorriso.
Eugénio de Andrade
sorriso foi quem abriu a porta.
Era um sorriso com muita luz
lá dentro, apetecia
entrar nele, tirar a roupa, ficar
nu dentro daquele sorriso.
Correr, navegar, morrer naquele sorriso.
Eugénio de Andrade
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