quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Na manhã do próximo domingo disputa-se a 30ª Maratona de Sevilha, pelo 5 ano consecutivo estarei na linha de partida e correrei com o dorsal 4972 na que espero venha a ser a minha 17ª maratona.
Fica um pequeno resumo das semanas "corridas" no ciclo de 10 semanas por mim delineado, pensava eu que realista face à minha disponibilidade de tempo mas que se veio a revelar bem complicado de seguir mas ainda assim cumprido quase na totalidade.
Objectivo: Maratona de Sevilha (23 de Fevereiro de 2013).
Início do ciclo: 12 de Dezembro de 2013.
Número de semanas: 11 (10+1)
- Os treinos
Realizei os "meus" habituais 3 treinos semanais à excepção da semana 10 em que me fiquei pelos 2 treinos.
Nº total de treinos (10 semanas): 29.Nº de treinos longos (10 semanas): 10, um em cada semana (2h00' ; 2h26' ; 2h19'; 2h17'; 2h54'; 3h09'; 2h53'; 2h38'; 1h55' e 1h53').
- Os quilómetros corridos
Nº de quilómetros por semana: 42,5 ; 46,4 ; 46,3 ; 49,6 ; 51,5 ; 56,0 ; 52,8 ; 52,1 ; 43,9 e 31,4.
Nº de quilómetros acumulados nas 10 semanas: 472,5.
Número de quilómetros por semana (média) = 47,9.
Número de quilómetros por treino (média) = 16,3
- As provas
Participei apenas em uma 1 prova.
6ª São Silvestre de Lisboa (28 de Dezembro de 2013 - 10,0 km – 45'28'')
Termino com um grande obrigado ao meu homónimo António Almeida pelo convite e pela companhia no treino de 30 kms que realizámos no passado dia 2 (Torre de Belém – Parque das Nações – Torre de Belém).
E, claro, com votos de uma boa maratona a todos aqueles que estarão na linha de partida, em particular os esperados 900 Portugueses e muito em especial aos amigos daqui da blogosfera corredora.
E, claro, com votos de uma boa maratona a todos aqueles que estarão na linha de partida, em particular os esperados 900 Portugueses e muito em especial aos amigos daqui da blogosfera corredora.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
6ª São Silvestre de Lisboa.
Na tarde do último sábado parte da baixa Pombalina foi palco de um grande evento desportivo, a São Silvestre de Lisboa, este ano em 6ª edição.
Depois de ter estado presente nas 4 primeiras edições (2008 a 2011) voltei neste ano de 2013 para a minha 5ª participação, como sempre mais que uma prova uma celebração de um ano de corridas que chega ao seu final, uma ponte para um outro ano.
Esta é dedicada às duas pessoas que são a cor e a luz dos meus dias.
Esta é dedicada às duas pessoas que são a cor e a luz dos meus dias.
Dados da minha prova:
Dorsal: 239
Distância: 10 km
Tempo: 45'28''
Classificação geral: 1119 (em 6535)
Classificação escalão Veterano 4: 63 (em 362)
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Natal Futuro.
Véspera de Natal de um qualquer ano futuro, pelas frestas de uma persiana de um quarto entram de mansinho os primeiros raios do dia, numa cama está o homem deitado, ao seu lado está a mulher, a mente do homem invadida pelas recordações das muitas manhãs em que se levantou e saiu porta fora correndo livremente pelas ruas, manhãs não passadas há muito tempo mas tão, tão distantes que parecem apenas e só fruto da imaginação do homem, mas não, o homem sabe bem o quanto elas foram reais.
Como um autómato o homem levanta-se e deambula pela casa, dirige-se à sua máquina de correr e permanece ali algum tempo parado, volta a deambular pela casa, da ombreira do quarto do casal olha o vulto da mulher que permanece deitada, pelo som da respiração percebe que dorme ainda, nova deambulação, entra no quarto da filha, pára junto da cama e olha por algum tempo a filha que igualmente dorme.
O homem volta depois a deambular pela casa, passado algum tempo decide equipar-se, de seguida volta ao quarto, seu e da mulher, depois volta de nove ao quarto da filha…
Já com a porta de casa aberta hesita em dar o passo seguinte, pensa nas duas pessoas que na casa ainda dormem mas esse pensamento não o impede, antes pelo contrário quase o impele a transpor de vez a porta.
Porta transposta, ouve o barulho da rotação que a câmara faz ficando bem de frente para si, olha-a fixamente, depois desce as escadas que o levam à rua.
Já na rua faz alguns exercícios de aquecimento, a câmara localizada mais perto da zona onde está vai girando à medida que o homem se vai movimentando, olha-a sem medo, desafiando-a.
Começa lentamente a correr, saboreia aquele momento há tanto tempo desejado, tempo demais, as poucas pessoas com quem se vai cruzando vão-se afastando e vão-lhe deitando olhares de soslaio.
Sabe que não terá muito mais tempo mas está decidido a tirar o máximo dos minutos que conseguir continuar a correr sem que o impeçam de o fazer, aumenta o passo ensaiando uma fuga anunciada e que sabe-a condenada ao fracasso, sente no rosto o ar frio de Dezembro e saboreia avidamente essa sensação como se fosse a primeira vez…
As muitas câmaras dos locais por onde vai passando vão rodando na sua direcção, ignora-as, não pensa no que virá a seguir, sente-se livre, livre como há muito não se sentia e isso faz renascer o homem, sem medo do que poderá ter que enfrentar…
Corre agora o homem ladeado por árvores, sente o cheiro intenso da terra orvalhada, aspira profundamente o ar que o rodeia, inclina ligeiramente o tronco para a frente, embala na descida, sente o chão a fugir debaixo dos pés, voa, cada vez mais alto…
Muito ao longe ouve a voz da mulher, também a da filha, abre os olhos, como que impulsionado por uma mola salta da cama, beija e abraça a mulher e a filha, diz que vai correr, equipa-se rapidamente e em três tempos está na rua a correr, saboreia cada metro daqueles mais de 20 quilómetros que corre depois como há muito não o fazia…
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
VIII Grande Prémio da Arrábida.
Com a "lebre" José Sousa
Numa organização da Associação de Atletismo Lebres do Sado disputou-se na manhã do passado domingo o "VIII Grande Prémio da Arrábida", evento composto por uma prova de atletismo com carácter competitivo na distância de 12,5 km e por uma prova não competitiva (vulgo caminhada) na distância de 7,5 km.
Ambas as provas tiveram partida e chegada no jardim de Vanicelos em Setúbal.
Na prova principal o habitual percurso desenhado num misto de alcatrão e terra batida apresentou como única dificuldade os cerca de 2 km da subida da "Cobra", sendo o restante percurso praticamente plano ou a descer.
Esta prova tem a particularidade técnica do 1º km da mesma ser corrido em pelotão guiado por duas "lebres" que não podem ser ultrapassadas, depois cada atleta pode imprimir o seu próprio andamento.
Outra particularidade desta prova é o seu conhecido abastecimento de moscatel, um dos muitos e bons vinhos da região, sendo que além deste abastecimento sui generis existiram mais dois de água.
Esta prova tem a particularidade técnica do 1º km da mesma ser corrido em pelotão guiado por duas "lebres" que não podem ser ultrapassadas, depois cada atleta pode imprimir o seu próprio andamento.
Outra particularidade desta prova é o seu conhecido abastecimento de moscatel, um dos muitos e bons vinhos da região, sendo que além deste abastecimento sui generis existiram mais dois de água.
Terminaram a prova principal 563 atletas.
Para mim foi mais uma à porta de casa, ao contrário do ano passado desta vez tive a companhia da Isabel que participou na caminhada, ao contrário do ano passado desta vez não choveu mas fez muito frio…
Tal como no ano passado e durante a prova a obrigatória paragem no "tal" abastecimento, Artur, Jorge Pereira, Mayer, Estela, companheiros das corridas, na manhã de domingo na nobre missão de servirem o néctar, não me fiz rogado e bebi um copinho por cada um desses amigos, tal como no ano passado um tempo final a passar um pouco da hora de corrida e diversão, tal como há um ano uma manhã 5 estrelas.
Dados da minha prova:
Dorsal: 53
Distância: 12,5 km
Tempo: 1h03'02''
Classificação Geral: 180 (em 563)
Classificação Escalão (M50): 14 (em 45)
terça-feira, 19 de novembro de 2013
21ª Corrida do Monge.
Na manhã do passado domingo realizou-se a 21ª Corrida do Monge, evento composto por um passeio pedestre com aproximadamente 8 quilómetros de extensão e por uma prova competitiva de 11,5 quilómetros, esta última integrada no calendário do Circuito Nacional de Montanha 2013.
A organização esteve a cargo da Junta de Freguesia de Alcabideche e da Sociedade de Instrução e Recreio Janes e Malveira e contou com o apoio da Câmara Municipal de Cascais, Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada e Terras de Aventura.
O mais rápido do sector masculino foi o atleta José Carvalho (N.A. Vila Real) sendo que no sector feminino a mais rápida (e 16ª da geral) foi a atleta Rosa Madureira (Penafiel).
Pelo 2º ano consecutivo foi batido o número de atletas classificados na meta, este ano 459 atletas, um aumento de 178 em relação aos 281 atletas que terminaram em 2012.
Esta Corrida do Monge que teve a sua 1ª edição em 1984 pode ser considerada uma clássica das provas de montanha em Portugal e como fazendo parte da 1ª geração das mesmas (a par das bem conhecidas "12 kms Manteigas-Penhas Douradas" ou "17 Kms de Porto de Mós", entre outras).
Eu também lá estive e gostei bastante, apesar de ser uma prova curta tem dificuldade e tecnicismo q.b., tem uma parte do percurso de uma beleza fabulosa, tem uma organização segura e bastante simpática, sem dúvida uma prova a repetir, quem sabe já em 2014.
Dados da minha prova:
Dorsal:116
Distância: 11,5km
Tempo: 1h24'30''
Classificação geral: 232 (em 459)
Classificação escalão M50: 24 (em 49)
Subscrever:
Mensagens (Atom)





