terça-feira, 17 de setembro de 2019

43ª Meia Maratona de São João das Lampas.


Na tarde do passado dia 7 de Setembro realizou-se a mítica Meia Maratona de São João das Lampas, edição 43ª, meia maratona que é a segunda mais antiga do país a seguir à "mãe" Nazaré. Esta meia das Lampas, por muitos apelidada de meia das "rampas" é uma prova durinha q.b. mas com toda uma envolvente que fazem dela uma prova Sui generis.  
Desde o ano passado passou-se a disputar em simultâneo a Meia Rampa com um percurso constituído pelos 13 primeiros quilómetros da prova da meia, além da caminhada com cerca de 9 quilómetros que já vem de há uns anos.
Na minha 13ª presença nas Lampas, porque os treinos não têm sido muitos e porque a tarde estava bem quente parti lento repetindo outros anos, fiz toda a prova em ritmo confortável ao contrário de outros anos e, terminei com um tempo de chip abaixo das 2 horas ainda que à tangente.
Depois da prova tempo para rever amigos e mestres e porque a tradição ainda é o que era saímos de São João das Lampas já depois das nove da noite.
Para a organização e todos os voluntários um grande obrigado, para o mestre aquele abraço.

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

6 vezes UMA.

Tróia, tarde do último domingo, prestes a terminar a minha 6ª UMA. 
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sexta-feira, 2 de agosto de 2019

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

UMA, a prova (1 de agosto de 2010).

Faz hoje 9 anos que se disputou a edição de 2010 da Ultra Maratona Atlântica, então a 6ª edição da versão século XXI, estive lá repetindo a minha presença de 2009...
Foi uma edição com 166 atletas classificados na meta (156 homens e 10 senhoras), um recorde das edições disputadas até então.

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terça-feira, 23 de julho de 2019

UMA, a prova (as minhas participações).


 - à esquerda: eu e Vitória com a grande Analice.
 - à direita: eu com os mestres Adelino e Andrade.
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Participei em 2009 pela primeira vez na Ulta-Maratona Atlântica, repeteria em 2010, 2011, 2012 e 2017.

sexta-feira, 19 de julho de 2019

UMA, a prova (Troféu Analice Silva).


Sérgio Tomás, Jaime Lamego, Chantal Xhervelle, representante Analice Silva e Rui Freitas.
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Até ao ano de 2016, Analice Silva foi uma de cinco atletas totalistas da Ultra Maratona Atlântica, sendo aquela que correu mais vezes pelo areal a distância que separa Tróia e Melides, tendo contabilizado quatro participações no Raid Pedestre de Grândola (num total de cinco edições) e, contabilizando ainda a participação em todas as 12 edições na Ultra Maratona Atlântica Melides-Tróia disputadas até então.
Analice Silva faleceu em 2017 e o município de Grândola decidiu introduzir logo na edição desse ano da Ultra-Maratona Atlântica,  o Troféu Analice Silva, o qual passou a homenagear a partir dessa edição de 2017 os atletas totalistas, até à edição anterior.
Além da Analice Silva eram totalistas até 2016 os atletas Chantal Xhervelle, Jaime Lamego, Rui Freitas e Sérgio Tomás.
Em 2017 continuaram totalistas os três atletas masculinos, Chantal participou na prova, mas não concluiu.
Em 2018 voltaram os três atletas masculinos a concluírem com êxito a UMA, Chantal Xhervelle voltou a participar concluindo com êxito passando a somar 13 metas cortadas em 14 edições disputadas.
Os atletas Jaime Lamego, Rui Freitas e Sérgio Tomás, estão inscritos para a edição de 2019, sendo de esperar que vá continuar a haver totalistas.
Chantal Xhervelle que já venceu a prova por quatro vezes (2005, 2007, 2009 e 2010) está igualmente inscrita.

quinta-feira, 18 de julho de 2019

UMA, a prova (Vencedores).


Nas 14 edições disputadas da Ultra-Maratona Atlântica foram 11 os atletas que inscreveram o seu nome na lista dos ilustres vencedores (6 atletas no sector masculino e 5 atletas no sector feminino).
Os atletas com maior número de vitória são Eusébio Rosa (masculinos) e, Patrícia Serafim (femininos), cada um com 6 vitórias e com desempenhos de altíssimo nível.
Eusébio Rosa venceu em 2007, 2008 e de 2010 a 2013 inclusive, detendo o recorde absoluto da prova obtido no ano de 2012 (02:46:30) e, a 2ª melhor marca (02:51:11), esta obtida no ano de 2007.
Patrícia Serafim venceu as seis últimas edições (2013 a 2018) em femininos, detendo o record da prova obtido no ano de 2016 (03:30:46). Esta atleta tem-se classificado nos últimos anos nos 10 primeiros da geral (10ª em 2015, 9ª em 2016, 5ª em 2017 e 4ª em 2018), com diferenças para o vencedor masculino e absoluto da prova a decrescerem de ano para ano sendo que em 2018 a diferença foi de 13 minutos e 33 segundos.

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