domingo, 8 de julho de 2007

28ª Corrida das Fogueiras.

Na passada Sexta-feira e depois do dia passado no “Meu 1º Festival” seguimos para Peniche onde na noite de sábado, 30 de Junho, participei na “28ª Corridas das Fogueiras”, não sem antes passarmos por Lisboa para ir buscar a nossa amiga Graça, que nos acompanhou neste fim-de-semana em que tentámos aliar o útil ao agradável (acho que conseguimos).
A Vitória que adormecera assim que saímos de Oeiras fez quase a viagem toda a dormir acordando já perto de Peniche e vendo a Graça fez um ar de espanto.
Chegámos aos apartamentos onde ficámos alojados já a noite tinha caído, localizados nas imediações da praia da Consolação, praia recomendada para pessoas com problemas ósseos devido aos altos índices de iodo da mesma.
Depois de fazermos o check-in e nos instalarmos no apartamento (já bem depois das dez da noite), resolvemos fazer uma refeição com o lanche que a mãe da Graça tinha preparado (broa de milho e centeio, queijo de ovelha, iogurtes e cerejas).
Chegava ao fim um dia muito cansativo mas a Isabel ainda teve energia para ficar a conversar com a Graça até altas horas da madrugada.

No dia seguinte (sábado) a primeira a acordar foi a Vitória e em pouco tempo todos estávamos de pé, a Vitória foi logo para a varanda do apartamento e assim que viu o parque infantil disse que queria lá ir.
Uma vez prontos fui pois com a Vitória até ao referido parque e esperámos lá pela mamã e pela Graça.
Saímos em direcção a Peniche já era quase meio-dia pelo que resolvemos ir logo almoçar, no restaurante habitual, um dos muitos que existem na Avenida do Mar (local por excelência da gastronomia da cidade), optamos por uma muito boa massada de tamboril.
Depois de um almoço que estava divino fizemos um pequeno passeio até ao Forte de Peniche, fortificação que em tempos foi a sede de um importante complexo militar destinado à protecção da costa.
Já durante o Estado Novo funcionaria como prisão politica, ficando para a história a espectacular fuga ocorrida em Janeiro de 1960 de um grupo de presos políticos, entre os quais estava o dirigente comunista Álvaro Cunhal.
Transformado actualmente num espaço-museu, nele tenta-se reconstituir o ambiente de uma prisão política, além de acolher exposições de materiais etnográficos e históricos.
De seguida fomos levantar o dorsal após o que fizemos uma breve pausa nas agradáveis instalações do Clube Recreativo Penichense, local onde era feita a entrega dos dorsais para a corrida dos 15 quilómetros (para a corrida das fogueirinhas existia uma tenda no exterior).
Regressados ao apartamento e enquanto dormi uma sesta com a Vitória, a Isabel e a Graça foram até à piscina, jantámos já perto das sete da tarde e voltámos a Peniche perto das oito e meia da noite.

A Avenida do Mar, onde horas antes tínhamos almoçado, apresentava já uma grande animação e uma predominância da cor amarela (eram os participantes nas fogueirinhas); fiz um aquecimento composto por 20 minutos de corrida e alguns alongamentos, e antes de tomar lugar no funil de partida tirei algumas fotos com a Isabel e a Vitória.
A música e a voz quente de Daniela Mercury animavam ainda mais toda aquela zona de partida.
Centenas de corredores aguardavam o momento da partida, entretanto e de mansinho a noite chegara, ao soar o sinal da partida e para os que como eu estavam cá mais para trás existiu alguma dificuldade em começar a correr, na Avenida do Mar era ainda uma massa quase compacta de pessoas…
Saliente-se que existiram partidas separadas das duas corridas (fogueiras e fogueirinhas) e que os participantes nas fogueirinhas só partiram após passarem todo os atletas da corrida das fogueiras.
Depois de passar a ponte existente na rotunda ao fundo da Avenida do Mar, o corredor existente delimitado pelo gradeamento colocado ao meio da faixa de rodagem condicionava bastante o andamento, quando passei ao terceiro quilómetro já com mais de 17 minutos de corrida (nunca tinha passado com este tempo aos 3 quilómetros) tive a certeza que o tempo final iria reflectir esse início exageradamente lento.
Mas isso também não era o mais importante, continuei a correr e a “saborear” a corrida, porque além de um percurso de que eu gosto bastante esta corrida das fogueiras tem também um público espectacular (sente-se que os Penichenses acarinham e de que maneira esta corrida) e que emprestam à mesma a animação que em Portugal e na minha modesta opinião só terá paralelo na São Silvestre da Amadora.
Por volta do quinto quilómetro o primeiro abastecimento (abastecimento que se repetiu ao 10º quilómetro), pouco depois passei de novo na Avenida do Mar (agora no sentido ascendente), no local combinado lá estava a Isabel e a Vitória, reduzi a andamento (se é que isso era possível), passei por elas e bati na mão da Vitória, a Graça estava do outro lado da rua para me tirar uma foto e nem me viu passar (é o que dá ser tão rápido a correr), o percurso passava depois por uma rua estreita (lembra-me Almada Velha), que vai ter às imediações do Clube Recreativo Penichense, pouco depois passei pela placa do 7º quilómetro, seguiu-se depois toda a volta ao exterior da antiga ilha de Peniche, parte do percurso bastante escuro e em que existiam bastantes fogueiras.
Nessa parte do percurso existiam ligeiras subidas (sensivelmente até ao cabo Carvoeiro), depois seguiu-se uma parte do percurso com descidas e subidas.
Já na últimas das três léguas da corrida as luzes da cidade de Peniche começaram a surgir ao longe, quase sem dar por isso estava de novo no interior no coração de Peniche, passei pela placa do 14º quilómetro, pouco depois estava de novo e pela terceira vez na Avenida do Mar, os passeios completamente cheios de pessoas, no ar um cheirinho apetitoso dos muitos restaurantes, do lado esquerdo muitos caminheiros da corrida das fogueirinhas terminavam também eles a prova.
Já na recta da meta vejo uma vez mais a Vitória, a Isabel e a Graça, uma vez mais diminuo o andamento e aceno para elas, logo depois corto a meta e recebo um saco com uma t-shirt e um troféu.
Terminava pois a minha 2ª Corrida das Fogueiras (a primeira vez foi em 2003) com o tempo final de 1h13minutos14segundos, há 4 anos fiz 1hora05minutos30segundos.
Há 4 anos foi a minha primeira prova de 15 quilómetros, este ano foi a minha primeira prova depois de mudar de escalão, após ter completado 45 anos em 22 de Junho.
1601 Atletas (1477 masculinos e 124 femininos) completaram a corrida das fogueiras.
Os aproximadamente 6 quilómetros da corrida das fogueirinhas tiveram centenas de participantes.

Domingo ainda antes de deixarmos o apartamento fomos à piscina interior e ao jacuzzi (a Vitória adorou), já na companhia dos pais da Graça que entretanto tinham chegado almoçámos em Peniche após o que fizemos um passeio pelo forte.
A Graça com os pais voltaram de seguida para Lisboa, nós ainda fizemos de carro parte do percurso da corrida, a caminho da Cabo Carvoeiro passámos pelo Santuário de Nossa Senhora dos Remédio, pequena ermida parcialmente escavada na rocha e revestida a azulejo do século XVIII, nalgumas zonas restos de algumas das fogueiras da noite anterior, do cabo Carvoeiro avistámos as Berlengas…que vista deslumbrante!
A Vitória entretanto adormecera pelo que decidimos iniciar a viagem de regresso, parámos em Torres Vedras para ir buscar uns pastéis de feijão e como a Vitória acordara estivemos no jardim antes de reiniciar de novo a viagem.
Passámos cedo a Ponte 25 de Abril pelo que ainda antes de irmos para a nossa casa ainda fizemos uma visita aos tios Ana e Manecas.
Fim-de-semana 5 estrelas.

domingo, 1 de julho de 2007

Meu 1º Festival.

Na passada Sexta-feira, dia 29 de Junho, passámos o dia com a Vitória no “Meu 1º Festival”, evento que decorreu durante 4 dias no “Parque dos Poetas”, o bonito e muito aprazível parque da Cidade de Oeiras, recinto arborizado e ajardinado com cerca de 93 mil metros quadrados.
O público-alvo do festival era as crianças entre os 2 e 10 anos e eram anunciados como as grandes vedetas do festival, o Noddy, o Ruca e o Bob (que não deixariam os seus créditos por mãos alheias) secundados por outros como a avestruz Leopoldina e Oliver e Benji.

Neste “Meu 1º Festival” existia como em qualquer festival que se preze um palco principal com espectáculos de hora a hora que decorriam em 2 sessões (manhã e tarde).
O bilhete de entrada do recinto tinha validade para um dia (das 9 às 21 horas) e dava acesso a uma das sessões no referido palco principal.

No recinto existiam também insufláveis, pistas de carros telecomandados, espaço “Playstation”, actividades desportivas, uma roda gigante, uma área de pinturas faciais, espaços dedicados às atracções principais e outros e vários motivos de diversão e de interesse para as crianças.

Claro que a Vitória adorou este dia e de poder tirar uma foto com o Ruca, de sentar-se no carro do Noddy, de brincar com as ferramentas do Bob, de pintar na casa da “Ilha das Cores”, de brincar nos insufláveis e, dos momentos altos e “mágicos” que foram os muito apreciados por ela espectáculos do Ruca (Ruca, Rosita, a mamã e o papá do Ruca, a Clementina e o Luís) e, do Noddy (Noddy, ursa Teresa, Sr. Faísca, Orelhas, Sonso e Mafarrico).
Os papás foram também agradavelmente surpreendidos com a qualidade dos referidos espectáculos.

Também pelo palco principal passou a Leopoldina e Bob-o construtor, espectáculos que não vimos, além das actuações das Bratz (canções em inglês talvez inadequadas para o tipo de público do festival) e das “Doce Mania”.

Aspectos francamente negativos o preço das entradas, a área da restauração com pouca oferta além de cara e, o facto do recinto do palco principal ser à torreira do Sol.
Como aspectos positivos além dos óbvios o facto de parte dos lucros obtidos com a venda dos bilhetes reverter para a Unicef.

Saímos do recinto já passava das 8 da noite e bastante contentes pelo dia que passámos no “Meu 1º Festival”.
Peniche esperava por nós…

quarta-feira, 6 de junho de 2007

6ª Corrida do Oriente.

No passado domingo, dia 4 de Junho, participei na Corrida do Oriente e a Vitória com a mamã e este ano também com a companhia do primo David participaram no "Correr para Conviver", a corrida de 2 quilómetros não competitiva e complementar da corrida dos 10 quilómetros.
Já participei em 3 das 6 edições desta "Corrida do Oriente" (2003, 2006 e 2007) e esta é uma corrida de que gosto bastante em que as actividades paralelas (animação musical, exercícios de aeróbica, palhaços, insufláveis, esplanadas, etc.) num espaço muito agradável em muito contribuem para isso.
Este ano a partida efectuou-se um pouco mais à frente do habitual, como habitualmente a partida do "Correr para Conviver" realizou-se separadamente e após a partida da corrida dos 10 quilómetros, o percurso deste ano foi diferente do anterior ano e também do de 2003 (os anos em que participei) e o empedrado em parte do mesmo percurso desagrada-me (será talvez a meu ver o ponto menos bom desta prova).
Como habitualmente em dia de "Corrida do Oriente" o tempo estava quente e este ano tivemos também o vento a dificultar, em especial na segunda légua da corrida.
Os quilómetros encontravam-se marcados, existiram dois abastecimentos durante a prova (4º e 7º quilómetro), o número de participantes foi bastante elevado (1112 classificados na meta e isto só na corrida dos 10 quilómetros) e no final recebemos uma t-shirt, as já habituais e muito apreciadas laranjas, sumo, água e uma bonita caneca de porcelana alusiva à corrida.
Realizei uma prova dentro do esperado em que o tempo final de 47:26 reflecte isso mesmo.
No final tempo ainda para algumas brincadeiras com a Vitória e para um relaxante descanso sentados à sombra na relva.
A terminar fica a nota de que a "Corrida do Oriente" tem um objectivo não lucrativo, de apoio a obras sociais, e este ano, apoiou a construção da futura igreja do Parque das Nações e a Instituição Ajuda de Berço.
Para o ano há mais.
Por agora e nos próximos 12 dias segue-se um período de férias no Algarve, espero conseguir fazer alguns treinos e lá mais para o fim do mês participar na "Corrida das Fogueiras".

sábado, 2 de junho de 2007

2ª Corrida do Benfica.

No mês de Maio e depois das participações nas Corridas do 1º de Maio e Terry Fox (ambas no inicio do mês) e, de ter falhado a participação na Corrida Contra a Fome, embora estivesse inscrito na mesma (dorsal 666), no passado domingo, participei na 2ª Corrida do Sport Lisboa e Benfica, na distância de 10 quilómetros e que teve 1382 atletas classificados na meta.
Realizou-se também uma corrida de 5 quilómetros não competitiva e no âmbito no "ANO EUROPEU DA IGUALDADE E OPORTUNIDADES PARA TODOS", entendeu e muito bem a organização incluir nesta 2ª Corrida do Benfica, uma corrida em cadeiras de rodas, a qual permitiu a atletas portadores de deficiências participarem também eles neste evento desportivo.
Destaque-se como pontos francamente positivos os dorsais personalizados, a separação das partidas das corridas, a animação antes da partida com música da qual a mais tocada "Sou Benfica" dos UHF, a aula de aquecimento e os tambores dos Toca a Rufar, a continuação da animação durante a prova quando da passagem no interior do estádio e na zona da chegada (de novo os tambores dos Toca a Rufar), o percurso com marcação de quilómetros, o abastecimento a meio da prova (água) e no final (água, bebida isotónica e barra de cereais), uma t-shirt de boa qualidade oferecida no final da prova e um elevado número de participantes que mesmo aquém do esperado foi bastante significativo no conjunto das provas disputadas.
De aplaudir também a justa e merecida homenagem que a organização resolveu fazer à antiga atleta do clube da Luz, Rita Borralho.
Quanto à minha corrida e como habitualmente parti em ritmo lento, com o ambiente de festa e com o tempo fantástico para a prática da corrida atingi quase sem dar por isso o meio da prova o que aconteceu após a passagem no interior do estádio, momento sempre bastante agradável, quando nos cruzámos com os primeiros atletas que já se dirigem para a meta há incentivos a alguns deles mas a apoteose estava guardada para o momento em que nos cruzámos com Vanessa Fernandes, sem dúvida alguma hoje em dia admirada e respeitada pelos seus feitos atléticos por muitos e muitos Portugueses (dos que correm tenho a intuição que serão todos ou quase).
A partir do 7º quilómetro aumento ligeiramente o ritmo e termino sem grandes dificuldades em 47,39.
Domingo que vem e antes do período de férias no Algarve, Corrida do Oriente.

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Marcha Mundial Contra a Fome (Domingo, 13 de Maio de 2007, 10 horas).



No próximo dia 13 de Maio, vai realizar-se a Marcha Mundial Contra a Fome, uma manifestação global anual destinada a promover a sensibilização e recolher fundos para os programas que abordam o problema da fome infantil.

Os estudos globais indicam que:
· Há alimentos suficientes para alimentar toda a população mundial durante quase meio século.
· Apesar disso, mais de 300 milhões de crianças em todo o mundo sofrem de fome crónica.
· A fome e a subnutrição são as causas de mais de metade do número total de mortes de crianças, provocando, todos os anos, a morte de aproximadamente 6 milhões de crianças.
· Pode ser fornecida uma refeição escolar a uma criança que tem fome pela irrisória quantia de 16 cêntimos por dia.

Esta acção de solidariedade social desenvolveu-se no âmbito de uma parceria estabelecida em 2002 entre o World Food Programme das Nações Unidas e a TNT. Em 2006, participaram na Marcha mais 760 mil pessoas, em cerca 118 países, em mais de 420 cidades, distribuídos nos 24 fusos de horários do planeta, tendo sido angariados cerca de 2 milhões de dólares em todo o Mundo. Em Portugal participaram mais de 6.000 pessoas.
Este ano, o objectivo é reunir pelo menos 1 milhão de participantes em todo o mundo e 25 mil em Portugal, no dia 13 de Maio às 10h00.

Mais informações em:



terça-feira, 8 de maio de 2007

Corrida Terry Fox.

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No passado sábado, dia 5 de Maio fomos até ao Parque das Nações e participámos na 12ª Corrida Terry Fox organizada em Portugal, corrida/marcha de convívio para angariação de fundos que reverteram a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro e destinados a investigação em oncologia.
Cada um dos aproximadamente 3ooo participantes contribuíram com 5 euros referentes à inscrição e receberam uma t-shirt (com desenhos feitos por 2 meninas do IPO) e um boné onde estava inscrito "EU NÃO FECHO OS OLHOS AO CANCRO", o slogan da corrida deste ano.
Fizemos uma volta a andar ao percurso e no fim recebemos um diploma, havia gelados oferecidos pela "Olá" e é claro a Vitória quis um, assistimos ainda à entrega do cheque e aos breves discursos.

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Corrida Internacional do 1º de Maio.

No passado dia 1 de Maio, dia do trabalhador, participei na 26ª Corrida Internacional do 1º de Maio, corrida de 15 quilómetros com partida junto ao Estádio 1º de Maio e chegada na pista de atletismo do próprio estádio, depois de percorrer várias artérias no coração da cidade de Lisboa.
Antes da partida da corrida a instalação sonora que estava montada à entrada do estádio ia transmitido músicas de Rui Veloso, a corrida teve grande número de participantes e gostei bastante da mesma.
Existiu abastecimentos nos Restauradores e na Avenida Almirante Reis, o percurso tinha os quilómetros (correctamente?) marcados e, notei além de muitos turistas (principalmente na Avenida da Liberdade e na zona da Baixa Pombalina) mais pessoas do que é habitual a assistirem à passagem de uma corrida em Lisboa, talvez pessoas que se preparavam para participarem e festejarem o dia do trabalhador em iniciativas que tiveram lugar nesse dia.
Festejos do dia 1º de Maio que as 2 centrais sindicais existentes em Portugal (CGTP-Intersindical e UGT) mais uma vez e como habitualmente assinalaram separadamente.
Cheguei ao Estádio 1º de Maio ao fim de 1h10m28s de corrida, o que para mim é bom.
No fim recebi uma t-shirt e uma medalha, a instalação sonora transmitia agora outro tipo de música...enquanto fazia uns alongamentos ia ouvindo "Venham mais 5", na voz de "Zeca" Afonso.
Realizou-se também uma mini corrida com partida na Alameda e chegada no estádio 1º de Maio.