Amigos das Palavras

Por decisão do autor deste blogue os textos do próprio não seguem o acordo ortográfico de 1990.



segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

XIX Maratón Ciudad de Badajoz.

No passado domingo disputou-se a XIX Maratón Ciudad de Badajoz onde como habitualmente os portugueses fizeram a festa com muitos dos presentes a subirem ao pódio quer individualmente quer colectivamente.
Eu também lá estive e a minha festa consistiu em percorrer mais uma vez a mítica distância da maratona, sem dúvida nenhuma a distância que mais prazer me dá fazer.
Tal como há um ano também passámos o fim-de-semana em Badajoz mas desta feita estivemos presentes no almoço de véspera, almoço num espaço e em condições que duvido se encontrem em muitas outras maratonas, resto de tarde na companhia da família Mota, de elementos do CALMA de Tomar e do Abutre-Mor, depois o recolher ao hotel, fazer os "tpc" com a Vitória e o dia de sábado a chegar ao fim não que sem antes houvesse tempo para mais uns breves momentos de convívio com a família Mota que tal como nós ficaram no Hotel Rio que este ano não estava tão cheio de portugueses como tinha estado em 2010.

"Almoço de sábado"

Domingo, dia de maratona – Pequeno-almoço tomado na companhia da família Mota, já no exterior do hotel sentir que estava muito frio, os carros cobertos por uma película de gelo, um ligeiro aquecimento até à partida, ir ao controlo e tomar lugar na zona de saída, quase de imediato a partida da prova.

"Manhã da maratona"

Ainda antes de entrarmos na ponte a Isabel ia tirando fotos, desviei-me para a esquerda em direcção à Vitória para lhe dar um beijinho, já após a travessia da ponte passou por mim um Abutre que ia com fome de correr, eu continuei num ritmo que à passagem ao 2º quilómetro rondava os 5 minutos por quilómetro.
Nos quilómetros seguintes ainda fui sendo ultrapassado por muitos participantes (decerto que muitos a fazerem apenas a meia), após o ponto de viragem encostei a um companheiro que ia num ritmo idêntico ao meu e segui junto dele sensivelmente até aos 10 quilómetros, altura em que ele foi ficando para trás, 10 quilómetros onde passei com 50 minutos de corrida, pouco depois a travessia de novo sobre o rio Guadiana mas pela bonita ponte pedonal, no final da mesma as minhas "princesas", ergui os braços e desenhei com os dedos das mãos o "V" de Vitória, cheguei junto delas e dei um beijo a cada uma delas.

"1ª passagem pela ponte pedonal"

Nos quilómetros seguintes fui tentando manter um ritmo a rondar os 5min/km, fui ultrapassando alguns participantes e sensivelmente a partir dos 17 quilómetros passei a correr junto a um duo mas apenas até ao ponto que indicava a "meia" onde os dois ficaram tal como muitos dos que tinham partido 1h47' antes.
Em Badajoz a maratona é de facto tratada como rainha, não há cá meias, minis ou algo parecido, há uma maratona, partem todos os que querem participar na maratona, quem não pode ou não quer correr a totalidade da mítica distância pode ficar nesse ponto onde ficaram esses 2 companheiros.

"A iniciar a 2ª volta"

Eu segui para a segunda meia, como já esperava passei a correr sem ninguém por perto, de novo à entrada da ponte as "princesas" no apoio, a travessia da ponte agora feita a "solo", muito engraçado o contraste entre a 1ª e a 2ª volta do percurso, a placa com o "22" a ficar para trás, a longa recta até ao ponto de viragem durante a qual ultrapassei 3 participantes, em sentido contrário ia vendo passar alguns dos participantes entre os quais duas grandes senhoras das corridas de longa distância, duas senhoras que dispensam apresentações (Chantal Xhervelle e Carmén Pires), na passagem aos 25 o meu "garmin" a marcar 2h06', nos quilómetros seguintes fui ultrapassando mais alguns participantes, cheguei aos 30 quilómetros quase sem ter dado por isso numa altura que o "garmin" ia mostrando 2h35', pouco depois a segunda e última passagem pela ponte pedonal, nessa fase corria junto a um companheiro a quem tinha encostado ainda antes dos 30 quilómetros, no final da ponte ainda e sempre as "princesas" à minha espera, cheguei junto da Vitória que tinha na mão um gel para me dar, a Isabel estava mais para a esquerda.

"A receber o gel das mãos da Vitória"

Pouco depois a placa com o 32, pensar que faltavam apenas 10 quilómetros para o fim, chegar à placa com o número 36 apenas ligeiramente acima das 3 horas de corrida fruto de alguns minutos recuperados após a passagem aos 30 quilómetros mas insuficientes para que me pudessem fazer acreditar que seria possível bater as 3h30' mas que me faziam acreditar que podia vir a terminar com um tempo que fosse o meu melhor na distância mas a maratona é a maratona e até à meta esse objectivo de pelo menos fazer um pouco melhor do que já tinha feito, que surgia bem possível aos 36 quilómetros afinal acabou por se revelar bem complicado de atingir.
Já bem perto da meta tinha a Vitória à minha espera, dei-lhe a mão e juntos cortámos mais uma meta, o meu tempo final (3h33'23'') foi praticamente igual ao melhor que já tinha feito (3h33'24'' na 24ª Maratona de Lisboa em 6 de dezembro de 2009).
Pouco depois ainda com a Vitória pela mão foi-me colocada uma medalha ao pescoço e uma manta pelas costas.
Fiquei ainda algum tempo no espaço reservado aos maratonistas, espaço reservado mas em que os familiares e amigos podiam contactar com os maratonistas, espaço com vários tipos de apoio desde os abastecimentos líquidos e sólidos ao apoio médico.
No meu caso apreciei em particular o camião onde serviam cerveja.

"Já depois de correr a maratona"

Esta Maratona de Badajoz vale mesmo bem a pena uma viagem até Espanha não esquecendo também de voltar de lá com o depósito do carro atestado.

Classificações.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Um ano depois.

Tal como há um ano foi uma excelente jornada em terra de "nuestros hermanos" este fim de semana passado em Badajoz e de onde voltei com a oitava maratona corrida e com o meu melhor tempo na distância a bem dizer igualado:
Badajoz, 30 de janeiro de 2011: 3h33'23''
Lisboa, 6 de dezembro de 2009: 3h33'24''
Em breve voltarei a falar desta maratona de Badajoz.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

I Trilhos dos Abutres (Números).

Prova: I Trilhos dos Abutres.
Data: 22 de janeiro 2011.
Distância: ± 31 km.

Total de 180 atletas classificados na meta, 160 homens (88,9%) e 20 senhoras (11,1%).
Dos 180 atletas classificados na meta 40 participaram em representação individual e 140 em representação de cerca de 4 dezenas de equipas sendo que 5 delas contribuíram no seu conjunto com 69 atletas (praticamente metade dos 140 participantes que representaram equipas).






Fonte: Classificações da prova.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

I Trilhos dos Abutres (Palavras, "continuação").

Vila Nova - Parque Eólico - Mestrinhas (2º Abastecimento):
Seguiu-se um breve troço ligeiramente a descer por terras agrícolas até se entrar numa ribeira no Giestal que nos acompanhou por 3 quilómetros até à sua nascente após o que se seguiu uma subida técnica e bastante acentuada.
Eu nessa fase ainda encostei a uns companheiros e segui junto com eles algum tempo mas sempre na cauda do grupo mas aos poucos fui-me atrasando e acabei por ficar de novo sem ter ninguém por perto na chegada ao Cardeal, uma das localidades por onde passámos, de novo o Padrinho a receber os afilhados, breve troca de palavras com ele (que sim, que estava a gostar, …), ele mesmo a dizer que o que já tinha ficado para trás era durinho (para mim acabaria mesmo por ser a parte da prova em que senti mais dificuldades).
No troço seguinte com a presença de azenhas, levadas de água, minas e nascentes, haveríamos de chegar aos 774 metros de altitude atingidos na zona do parque eólico.
Seguiu-se uma descida de aproximadamente 2 quilómetros em estradão em que aproveitei para esticar um pouco.
Em menos de nada estava na barragem, passei por cima da mesma, à esquerda um espelho de água…
Pequeno trilho, curto estradão, trilho muito técnico acompanhar a ribeira das mestrinhas (Parque Natural das Mestrinhas), pouco depois cheguei ao 2º abastecimento numa altura em que estavam de partida alguns dos meus anteriores companheiros, também o Magro por lá estava mas igualmente de partida.
Tempo para "atestar" o camelbak, também para comer uns cubos de marmelada e uns biscoitos, tempo também para algumas palavras de incentivo por parte do pessoal da organização lá presente, que faltava pouco para atingir o ponto mais alto, que depois era sempre a descer mas para tomar cuidado que havia lá umas zonas que poderiam facilmente resultar em quedas.
De referir ao longo do percurso vários elementos dos Bombeiros Voluntários de Miranda do Corvo bem como os meios de socorro julgados necessários para qualquer eventual acidente que felizmente não foram necessários.

Mestrinhas - Centro de BTT – Espinho:
Ultima subida, inicialmente técnica e estreita para acabar mais larga e mais acentuada.
À medida que ia subindo a temperatura fazia-se sentir pela negativa (-2ºC), também as fortes rajadas de vento se faziam sentir fortemente presentes.
Ainda na fase final na subida apanhei o Magro, continuámos os dois a passo como todos os que avistávamos (quer fosse os que já iam lá mais acima, quer os que vinham ainda lá mais abaixo), lá bem no topo o Abutre-Mor, digo Padrinho, sorridente como sempre, logo ao nosso encontro, ele mesmo a dizer que estavam os tais 2 graus negativos, se estávamos a gostar, claro que sim e muito...
Nós os dois lá continuámos a subir enquanto o Padrinho lá foi descendo ao encontro de mais afilhados.
Cota máxima de 934 metros, Observatório António dos Reis, o ponto de viragem da prova, a seguir sabia-se que ia ser quase sempre a descer, 13 quilómetros até Miranda de Corvo segundo o Padrinho.
Ainda na companhia do Magro retomámos o passo de corrida, alguns metros ainda em plano, quase de imediato chegámos ao ponto de início das pistas de downhill (Centro de BTT).
Descida toda ela muito técnica e acentuada, numa 1ª fase (até Gondramaz) por trilhos extremamente apertados e com muita pedra à mistura, na fase após a passagem por Gondramaz e até Espinho (em que na parte final o terreno "aplanou" um pouco) por trilhos no meio de uma vegetação abundante e verdíssima, nessa fase sempre com muita água a fazer-nos companhia, passámos por várias pontes em madeira, tivemos que descer alguns troços usando os cabos de aço lá existentes, toda esta última parte foi na minha opinião a parte paradisíaca de todo o percurso.
Eu apesar de ter iniciado a descida na companhia do Magro ao fim de poucos metros da mesma fui-me atrasando e aos poucos deixei mesmo de o ter no meu campo de visão pelo que acabei por fazer sozinho toda essa fase da descida sendo que ainda fui ultrapassado por alguns companheiros entre eles o Hélder Tomé e já muito perto de Espinho numa altura em que me encontrava parado a "libertar" alguns dos líquidos que tinha vindo a ingerir fui alcançado pela Otília que vinha na companhia de 2 companheiros seus do CLAC.
Breve troca de palavras, disse-lhes que estávamos muito perto do abastecimento o que de facto se veio a confirmar pois quase de seguida entrei em Espinho e após uma passagem por um carreiro dei por mim a ser recebido com uma salva de palmas pelos elementos presentes nesse 3º e último abastecimento situado em frente ao famoso TI PATAMAR.
Por lá já estava o Magro de saída e pouco depois chegou o trio onde vinha a Otília, eu nesse ponto não estive muito tempo e quase de imediato segui a caminho da meta.

Espinho - Miranda do Corvo - META:
Saí sem companhia desse último abastecimento mas ao fim de pouco tempo apanhei um trio composto pela lebre Paulo Mota e pelos meus 2 companheiros do "Mundo da Corrida", o José Magro e o Hélder Tomé, esta oportuna companhia e o troço praticamente plano e sem qualquer dificuladade tornaram fáceis os quilómetros finais, já na ciclo-via o apoio forte da Iolanda e da Dina, 2 das senhoras do Mundo da Corrida sempre firmes no apoio aos atletas, pouco depois meta à vista, a lebre lá conseguiu uns metros de terreno de vantagem, depois o Hélder, eu e o Magro, cortávamos também a meta não que sem antes os nossos nomes se fizessem ouvir, simpatia dos "Abutres" que iam fazendo questão de saudar todos os que iam chegando.
Parei e fiz o V de Vitória virado para a Isabel, 1ª das metas de 2011 conquistada, esta demorou 4h48’.

A terminar dizer que nesta prova corri pela primeira vez em representação da equipa "O Mundo da Corrida", equipa que representarei de novo no "Trail de Conímbriga - Terras do Sicó" a realizar no próximo dia 27 de Fevereiro.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

I Trilhos dos Abutres (Palavras).

Miranda do Corvo, a "Capital da Chanfana" foi também no último sábado "Capital do Trail" em Portugal ao acolher o evento “I Trilhos dos Abutres”, o qual foi organizado pelos "Abutres Running Team" em parceria com a Associação Abutrica e com a colaboração da Câmara Municipal de Miranda do Corvo, Junta de Freguesia de Vila Nova, Junta de Freguesia de Miranda do Corvo e da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Miranda do Corvo.
O evento consistiu numa prova circular extremamente técnica de aproximadamente 31 quilómetros e 1300 metros de desnível acumulado positivo e, dentro do espírito que caracteriza os Abutres (segundo palavras dos mesmos), também de uma caminhada num percurso de aproximadamente 10 quilómetros.
Todos os participantes deveriam estar na posse do seguinte material tido como obrigatório por parte da organização: camelbak ou cinto com recipientes, manta de sobrevivência, apito, telemóvel e corta-vento.
A partida da prova deu-se em Miranda do Corvo, a da caminhada na aldeia de Gondramaz, uma aldeia de xisto impecavelmente conservada e onde também passámos a correr, aldeia a merecer sem dúvida uma visita sem ser a "correr".
As duas provas tiveram chegada em Miranda do Corvo, concelho que dadas as suas potencialidades se vem afirmando como um ponto estratégico de encontro de vários grupos de Trail, caminheiros, amantes do BTT, e em geral de amantes da natureza.
O percurso desenrolou-se em parte dentro da Rede Natura 2000, nomeadamente no SIC (Sítios de Importância Comunitária), protegidos pelo ICNB (Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade), em sítios de uma beleza única predominantemente acompanhados por percursos de água.

Apadrinharam a estreia destes "Trilhos dos Abutres" a força da natureza Analice Silva (Madrinha) e o Abutre-Mor Vitorino Coragem (Padrinho).
De referir que limite de inscrições imposto pela organização há muito que tinha sido atingido, eu próprio quando dei por isso já não me consegui inscrever e apenas a impossibilidade do Eduardo Santos (do Mundo da Corrida) que estava inscrito mas que não pode estar presente me permitiu a mim desfrutar deste belíssimo Trail no reino dos Abutres.
Ao longo do percurso existiram 3 pontos de abastecimento onde os participantes foram acolhidos de um modo extremamente simpático por parte dos elementos da organização aí presentes e onde não faltaram líquidos e sólidos em quantidade e qualidade (água, cerveja, vinho, doce, compota, tostas, biscoitos, banana, laranja e outras iguarias).
Também na zona de meta uma mesa farta esperava os participantes.
Tomando como referência esses pontos cruciais (abastecimentos) da prova, recorrendo às notas do briefing previamente divulgadas e a algumas palavras minhas aqui fica um relato da minha prova:

Miranda do Corvo – Vila Nova (1º abastecimento)
Partida em Miranda do Corvo com a subida em degraus até ao Cristo-Rei, donde se tem uma vista geral da vila e das serras que a envolvem.
Seguiu-se um breve trilho técnico e em que passámos pela Quinta da Paiva (parque de lazer) e pouco depois estávamos a passar a passagem da vala junto ao açude.
Quase de imediato um misto de trilhos enlameados, pedras soltas, saibro acompanhados por acácias, pinheiros, urzes, etc..
Nesta fase apanhei a Otília que como sempre ia na maior, pouco depois o Padrinho lá estava no apoio firme aos afilhados.
Aos poucos a subida foi-se fazendo sentir presente, sensivelmente até ao 7º quilómetro, a que se seguiu uma ligeira descida para Vila Nova onde fomos presenteados com o 1º dos abastecimentos onde mais uma vez tínhamos o Padrinho à nossa espera e que ia anunciado que a prova ia começar a partir dali e, palavra de Padrinho é lei!
Depois de uma breve pausa nesse 1º abastecimento, tempo durante o qual comi 4 ou 5 tostas com aquele doce maravilhoso, também de ter bebido um copo de água, retomei a prova…

[Continua]

domingo, 23 de janeiro de 2011

I Trilhos dos Abutres (Fotos).

Antes da partida com os padrinhos da prova (Analice e Vitorino Coragem):
A Isabel durante a caminhada: A minha 1ª meta de 2011:
Mais fotos aqui (tiradas pela Isabel durante a caminhada).

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

As metas da Vitória 2010.

Badajoz, 31 de janeiro:Alto do Moinho (Seixal), 7 de fevereiro:Entroncamento, 7 de março: Lisboa, 1 de maio:
Coruche, 9 de maio: Costa da Caparica, 16 de maio:
Caldelas (Amares), 23 de maio:
Tróia, 1 de agosto:
Peniche (praia norte), 8 de agosto:
Batalha, 15 de agosto:
São João das Lampas, 11 de setembro:
Portel, 3 de outubro:
Nazaré, 14 de novembro:

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

sábado, 8 de janeiro de 2011

Uma brilhante noite de pirataria.

Ontem à noite os "piratas" voltaram à carga, depois de Monsanto em 23 de dezembro passado ontem a pirataria foi por ruas e trilhos de Almada (na margem sul do tejo).
Segundo contagem pirata terão sido mais de 100 os que participaram, divertiram-se e petiscaram (como consta no diploma pirata), se bem que no que toca a petiscar não tenha sido bem assim já que aquilo mais parecia uma festa de casamento.
Se à partida era certo que a pirataria seria um sucesso penso que muitos dos piratas presentes foram ainda assim agradavelmente surpreendidos pela positiva, para mim confesso que verdadeiramente surpreendente e a todos os títulos fantástico foi o modo como fomos efusivamente aplaudidos por onde passámos a correr, arrisco-me a dizer que muitos de nós nunca tínhamos sido tão bem tratados no que a esse particular diz respeito.
Para mim que sou natural de Almada não posso deixar de sentir um enorme orgulho como a minha cidade recebeu esta pirataria, também os Amigos do Parque da Paz e o ilustre pirata Parro deram um contributo decisivo para uma brilhante noite de pirataria.
Venham mais, a fasquia depois de ontem à noite está bem alta, mas pirata que é pirata, quer sempre mais...

O diploma (pirateado com o meu nome escrito pela Vitória).

Trio TANDUR com Mário Lima e capitão José "gancho" Melo